São Paulo apresenta novo modelo de identificação de vacinação contra a brucelose para substituir marca a fogo nos animais

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Maurício "o Estagiario"

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Published on maio 11, 2024, 11:14 am

Nesta quarta-feira (28), a Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do estado de São Paulo apresentou uma nova marca para o agronegócio. O objetivo é reduzir ou eliminar a marca a fogo nos animais, por meio do novo modelo de identificação de vacinação contra a brucelose.

Segundo o secretário de Agricultura, Guilherme Piai, essa iniciativa traz segurança jurídica, recomenda boas práticas e valoriza a pecuária paulista. Além disso, busca abrir novos mercados internacionais que estão cada vez mais exigentes em relação ao bem-estar animal.

A vacinação contra a brucelose é obrigatória nas fêmeas entre 3 e 8 meses de idade, sendo aplicada apenas uma vez. Agora, foi apresentado um novo modelo de identificação dessa vacinação, visando substituir a prática da marca a fogo utilizada nas bezerras. Vale ressaltar que essa alternativa não é obrigatória, mas tem como objetivo estimular a produtividade e qualidade do manejo, além de aumentar a segurança do trabalhador rural e veterinário responsável pela vacinação.

Essas medidas contribuem para melhorar a imagem do setor pecuário paulista e seus produtos no mercado nacional e internacional.

Além disso, as resoluções assinadas pelo secretário Guilherme Piai instituem o Plano Estadual de Bem-Estar Animal; recomendam procedimentos básicos para eventos agropecuários; atualizam diretrizes do Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal em São Paulo.

O estado de São Paulo é o primeiro do Brasil a possibilitar aos pecuaristas a escolha de não marcar o gado. Para aqueles que optarem pelo novo modelo, o manejo será mais adequado, gerando menos estresse e facilitando a vida dos veterinários. Piai destaca que essa iniciativa liderada por São Paulo servirá como exemplo para que outros estados brasileiros sigam o mesmo caminho.

Durante o evento, foram homenageados dois especialistas em bem-estar animal: a pecuarista Carmen Perez e o professor Mateus Paranhos, da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Ambos ressaltaram os benefícios sustentáveis e produtivos da adoção desse novo modelo de identificação, destacando sua importância para toda a cadeia produtiva.

Essa medida é vista como uma mudança de paradigma para a marca a fogo e representa um avanço no cuidado com os animais no setor agropecuário.

É importante destacar que essa iniciativa promovida pela SAA do estado de São Paulo traz consequências positivas não apenas para os animais, mas também para os produtores rurais e consumidores finais. A atenção ao bem-estar dos animais é uma tendência mundial, e investir nesse aspecto pode abrir novas oportunidades comerciais para o agronegócio brasileiro.

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